
terça-feira, 7 de dezembro de 2010

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Cadeirinha para bebês – 8 dicas antes de comprar
Antes de comprar uma cadeirinha para bebês é preciso ter em mente que existe uma lei com normas a serem seguidas.O motorista que transportar crianças com menos de 7 anos e meio sem a cadeirinha pode pagar multa de R$ 191,54.É uma infração gravíssima que resulta em 7 pontos na carteira de habilitação.Motoristas que usam corretamente a cadeirinha para bebês contribuem com até 70% na redução de mortes, em caso de acidente.(1). Transporte bebês recém-nascidos e até 1 ano no bebê-conforto. Crianças com até 4 anos ficam na cadeirinha. De 4 a 7 anos precisam do assento booster ou assento de elevação.Crianças entre 7 anos e meio e 10 ficam no banco traseiro do carro, usando segurança.(2) – Se o seu carro tiver o banco do passageiro equipado com air bag, a cadeirinha para bebês com até 10 kg deve ser usadas voltada para a traseira do automóvel e não para frente.Esta recomendação é para evitar que o air bag atinja a criança com mais de 320 km/h (velocidade básica desses dispositivos) caso seja acionado.Você pode escolher assentos infantis que possam ser adaptados a diversos tipos de bases de carrinhos infantis.(3). Muitos assentos conversíveis têm apoios embutidos para a cabeça, ajudando na proteção em caso de acidente.Estes assentos podem ser convertidos de cadeiras de recém-nascidos em assentos para crianças maiores.Também devem ser voltados para a traseira do carro até a criança completar 1 ano de idade e ter no mínimo 10 kg.Apesar de muitos usarem, os assentos conversíveis não são recomendados para recém-nascidos, principalmente aqueles que têm baixo peso.(4). Uma cadeira para bebê que seja equipada com ajuste de altura pode servir para crianças entre 11 e 20 kg. Especialistas não recomendam assentos protetores sem correias de retenção.Os assentos que permitem a regulagem da altura devem estar voltados para frente do carro, caso a criança tenha mais de um ano de idade.(5). Assentos com ajuste de altura feito para crianças que pesam no mínimo 20 kg servem para deixar a criança mais alta no banco, para que o cinto de segurança convencional seja usado.Deve-se observar que a parte mais alta do cinto passa pelo ombro da criança (e não pelo pescoço ou garganta) e a parte inferior na altura dos quadris (não sobre a cintura ou estômago). Desta forma, a criança pode dobrar facilmente seus joelhos.(6). Na hora em que for comprar a cadeirinha para bebês procure cintos seguros de cinco pontas, leves e confortáveis.Diversos tipos têm bases removíveis que ficam no carro, onde a cadeirinha fica travada.Algumas permitem ajustamento que pode ser usado para reclinar até uma posição bem confortável para o bebê.(7). Prefira cadeirinha que tenha cinto com cinco pontas, fivelas ajustáveis, estofamento confortável, tecido macio e lavável.(8). Só tome assento emprestado caso precise com urgência e não encontre no mercado.Não é recomendado comprar uma cadeirinha para bebês de segunda mão ou usada, pois não se sabe as verdadeiras condições do equipamento.www.obrasileirinho.com.br)
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Reunindo cerca de 200 pessoas, a atividade simulou uma suposta pane seguida de queda e incêndio de um avião
Um terreno nos arredores da cabeceira 15 da pista de pouso e decolagens do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, foi palco, na manhã desta sexta-feira (19/11), da edição 2010 do Exercício de Emergência Aeronáutica Completo (Exeac).
Reunindo cerca de 200 pessoas, a atividade simulou o emprego do Sistema de Comando e Operações em Emergências (Sicoe) em uma suposta pane seguida de queda e incêndio de uma aeronave turbojato, com 46 passageiros e nove tripulantes, especialmente projetada para o treinamento.
O Sicoe é uma ferramenta criada pelo ICS — sigla em inglês para Sistema de Comando de Incidentes — em 1970, em resposta as dificuldades dos bombeiros em trabalhar de forma conjunta com outros órgãos no combate a uma série de incêndios florestais no sul do estado da Califórnia.
A meta desse sistema é simplificar a comunicação entre os diversos órgãos e estabelecer linhas claras de comando e atribuições durante uma situação de desastre. No Brasil, ele foi utilizado pela primeira vez na explosão do Plaza Shopping, na cidade de Osasco.
Além de verificar a organização, desempenho e nível de entrosamento das equipes de socorro diante de uma situação de desastre, o exercício teve como objetivo avaliar o Plano de Emergência do Aeroporto (Plem).
“Queremos saber se o plano de emergência de Viracopos está dentro dos parâmetros internacionais ou se é preciso realizar adequações”, explicou Lilian Ratto Neves, superintendente da Infraero em Viracopos.
De acordo com ela, em um primeiro momento não há como afirmar se todos os procedimentos foram efetuados com êxito, mas a expectativa, consideradas as observações feitas no local, é que Viracopos possui um sistema de emergência compatível com suas necessidades. O exercício é realizado anualmente.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
segunda-feira, 14 de junho de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Meu mundo

terça-feira, 11 de maio de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Infrações de trânsito
Em 2009 foram aplicadas 6,2 milhões de multas na capital paulista Invadir faixa de ônibus cresceu 156% e excesso de velocidade subiu 70%.
Secretaria diz que aumento das infrações está relacionado à expansão de radares eletrônicos. Em 2009, foram aplicadas 6,2 milhões de multas de trânsito na cidade de São Paulo, quantidade 33,6% superior à de 2008, de acordo com dados divulgados pela Secretaria Municipal de Transportes (SMT). Invadir a faixa exclusiva de ônibus, exceder o limite de velocidade e desobedecer o rodízio municipal de veículos foram as infrações mais cometidas na capital paulista.
Transitar pela faixa exclusiva de ônibus passou de 75.194 autuações em 2008, para 192.745 em 2009, aumento de 156%. O excesso de velocidade foi responsável por 1.538.294 multas, crescimento de mais de 70% em relação às 901.604 autuações em 2008 e a desobediência ao rodízio subiu de 1.375 para 1.726, aumento de 28%. De acordo com a secretaria, o aumento das infrações está relacionado à expansão da estrutura de equipamentos eletrônicos de fiscalização. A cidade tem atualmente cerca de 500 radares.
"Apesar de a infração com maior crescimento ter sido andar na faixa de ônibus, essa ocorrência ainda está longe das cincos mais cometidas e a tendência que o índice aumente a cada ano por causa da intensificação da fiscalização eletrônica”, afirma o capitão da Policia Militar de São Paulo, Sérgio Marques.
Ranking de multas na cidade de São Paulo em 2009. (Foto: Arte/G1)
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Arrecadação com multas bate recorde em SP em 2009
Já o ranking de infrações mais cometidas não sofreu alteração. A desobediência ao rodízio segue na liderança com 28% do total (1.726 ocorrências), seguida por excesso de velocidade que representa 25% (1.538 ocorrências), estacionamento irregular 16% (991 ocorrências), falar ao celular dirigindo 7% (457 ocorrências), avançar no sinal fechado 5% (333 ocorrências). As demais ocorrências, como andar na faixa exclusiva e não usar o cinto de segurança, foram responsáveis por 19%, com o total de 1.209 infrações.
"O desrespeito ao rodízio de veículos lidera o ranking, mas o que preocupa é o aumento das infrações que efetivamente têm relação com o crescimento do número de acidentes de trânsito, que acontecem em 90% dos casos por falha humana, são excesso de velocidade, falar ao celular na direção e passar no semáforo vermelho”, afirma o capitão Marques.







